terça-feira, 27 de dezembro de 2011

01. Funk não é música. Podem dizer o que for, reclamar que é preconceito ou discriminação. Para a maioria das pessoas, a música é uma combinação de sons e vozes agradáveis que lhe passam alguma mensagem ou o fazem refletir sobre algum assunto. Já no funk, o que encontramos é uma mistura frenética de barulhos insuportáveis, vozes fanhas e gemidos. A única mensagem que o funk nos passa é a de que devemos fazer sexo com qualquer pessoa e em qualquer lugar, sem nos preocuparmos com doenças ou filhos.

02. O funk é machista. ”Ela dá pra nóis, que nóis é patrão”; “Passa o p... na cara dela”, entre outras pérolas podem ser facilmente ouvidas em qualquer lugar. Qualquer mulher que se valorize o mínimo consideraria essas duas frases simplesmente ridículas. Mas muitas não só aceitam esse tipo de comportamento, como também o consideram normal. O funk trata as mulheres como um produto que se compra numa prateleira de supermercado, se usa e depois se joga fora. Mulheres que se valorizam deveriam sentir vergonha em dançar uma música desse tipo.

03. Os funkeiros não se enxergam. Com certeza você já pegou ônibus, trem ou metrô com algum funkeiro que ainda não descobriu a existência dos fones de ouvido. Eles acham que todos nós somos obrigados a passar vários minutos ouvindo lixo musical no último volume do auto-falante do celular, e se alguém reclamar, ainda acham que estão certos. E como se não bastasse o auto-falante do celular, agora estão usando mini-caixinhas de som para espalhar a sua “cultura” para os quatro cantos do mundo.

04. As letras são ridículas. A maioria com teor sexual, e frases sobre como os funkeiros vivem num suposto luxo - que bebem vodka, quando na verdade só encontram Dolly na geladeira, entre outros absurdos clássicos. As letras são curtas e repetitivas, e ficam na cabeça, por mais que não queiramos.

05. Funk é sinônimo de baixaria. Já viu um baile funk? Já viu as coisas que acontecem lá dentro? Várias garotas que entram nesses bailes saem de lá grávidas, e em quase todos os casos, não sabem sequer quem é o pai. Ou pior, saem de lá com doenças, ou viciadas em drogas. O funk é uma baixaria, e querendo ou não, as pessoas olham para os funkeiros de uma maneira diferente. Ninguém gosta de ficar perto de um funkeiro, e muito menos conversar com um. (Henrique Dias)

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