quarta-feira, 30 de maio de 2012

Impala

O emprego de tais termos está relacionado a aspectos semânticos.

Apesar de tais palavras serem semelhantes, possuem significados distintos. A utilização dessas palavras deve estar embasada nas regras gramaticais da Língua Portuguesa. Segue abaixo os respectivos significados e a forma com que devem ser empregadas. 

Mau 

A palavra mau é um adjetivo utilizado para acompanhar um substantivo. Opõe-se a bom e pode ser utilizada no plural e no feminino, segundo a necessidade. 

Exemplos:

-Você é um mau aluno.

-Vocês são muito más.

-Aqueles garotos são maus.

Mal

A palavra mal pode ser um advérbio de modo, uma conjunção ou substantivo. Opõe-se a bem, porém quando é empregado como conjunção emprega-se como sinônimo de apenas. 

Exemplos:

-Mal saiu de férias, já deve voltar para a escola. (conjunção)-

Aquele garoto saiu mal  na prova de ontem. (advérbio de modo)

-Você não sabe o mal que me fez. (substantivo) 


O "mas" é uma conjunção adversativa. É usada para dar idéia de oposição entre duas orações.
Ex.: O aluno estudou, mas perdeu no vestibular.


O "mais" é um adverbio de intensidade. 
Ex.: Você precisa estudar mais.

"Porque quando você ama sente necessidade da outra pessoa. Não por dependência, carência e outras ências. Mas porque é bom estar ali, com o corpo junto, coração do lado, ouvindo a respiração. Você se sente em casa."
Clarissa Corrêa

"Sentir falta é diferente de sentir saudade. A saudade bate, agonia, estremece. A falta congela, chora, entristece. A saudade é a certeza que a pessoa vai voltar. A falta, é o querer ter de volta, mas saber que não vai ter."
Tati Bernardi

"Quando você sente saudade demais de uma pessoa, então começa a vê-la nas outras, em todos os lugares, de costas, por um jeito de andar, de sorrir ou virar a cabeça de lado."
Caio Fernando Abreu 

"Invés de ficar, por exemplo, assim sentado “ah, mas eu não consigo nada, mas é tudo tão difícil.” Difícil vírgula. Se você tá afim de fazer alguma coisa, você faz, entendeu? Não tem essa de que ta difícil. Por mais difícil que seja."
Renato Russo. 

"Não preciso de opiniões furadas sobre a minha vida, meu trabalho, meus amores, minha forma de conduzir as coisas. Eu tenho o meu jeito que, errado ou certo, é muito meu."
Clarissa Corrêa.

"Odeio despedidas. Odeio dar tchau. Odeio chorar. Mas também odeio sofrer. Quero te dizer que esse mundo é injusto demais. Nele vivem pessoas cretinas demais. Já que estou falando no que é demais: fui honesto demais. Talvez esse tenha sido meu maior erro. Mas não sei ser de outra forma."
Clarissa Corrêa

"Todo mundo tem suas carências, todo mundo é humano, todo mundo sente! Uns sentem mais, outros menos, alguns quase nada, mas sentem! Podem adorar ser livre de noite na balada, no barzinho com os amigos, mas pelo menos antes de dormir ser livre pesa."
 Tati Bernardi 

terça-feira, 15 de maio de 2012


"Mas você com esse seu jeito só seu, de não me permitir saber o que esperar de você, me faz te odiar tanto e querer tanto a sua atenção."
Tati B.

"Somos diferentes. Sentimos de forma diferente. Tivemos experiências diferentes. Temos cicatrizes diferentes. E é isso que faz com que cada pessoa seja única e especial."
Clarissa Corrêa  

"E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos."
Caio Fernando Abreu.  

"É que me acostumei tanto com as coisas dando errado na minha vida, que quando dá certo eu até desconfio. As vezes ser feliz apavora."
Thiara Macedo

segunda-feira, 14 de maio de 2012

regência verbal e nominal

 Regência Verbal e Nominal
Definição:
Dá-se o nome de regência à relação de subordinação que ocorre entre um verbo (ou um nome) e seus complementos. Ocupa-se em estabelecer relações entre as palavras, criando frases não ambíguas, que expressem efetivamente o sentido desejado, que sejam corretas e claras.
REGÊNCIA VERBAL
Termo Regente:  VERBO
A regência verbal estuda a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam (objetos diretos e objetos indiretos) ou caracterizam (adjuntos adverbiais).
O estudo da regência verbal permite-nos ampliar nossa capacidade expressiva, pois oferece oportunidade de conhecermos as diversas significações que um verbo pode assumir com a simples mudança ou retirada de uma preposição.
 Observe:
A mãe agrada o filho. -> agradar significa acariciar, contentar.
A mãe agrada ao filho. -> agradar significa "causar agrado ou prazer", satisfazer.
Logo, conclui-se que "agradar alguém" é diferente de "agradar a alguém".
Saiba que:
O conhecimento do uso adequado das preposições é um dos aspectos fundamentais do estudo da regência verbal (e também nominal). As preposições são capazes de modificar completamente o sentido do que se está sendo dito. Veja os exemplos:
Cheguei ao metrô.
Cheguei no metrô.
No primeiro caso, o metrô é o lugar a que vou; no segundo caso, é o meio de transporte por mim utilizado. A oração "Cheguei no metrô", popularmente usada a fim de indicar o lugar a que se vai, possui, no padrão culto da língua, sentido diferente. Aliás, é muito comum existirem divergências entre a regência coloquial, cotidiana de alguns verbos, e a regência culta.